
Olhando a roupa no varal,
Pude contemplar o simples da vida.
Pensamentos vagueiam e buscam encontrar um sentido;
Imagens voltam, "memórias", em um simples mural
E o desejo de encontrar a grande saída.
Assim como a roupa é levada pelo vento,
Minha alma anseia encontrar o caminho a seguir
E deixo que a brisa ocupe meu pensamento
Com tudo o que desejo e não posso mais resistir
Uma simples vontade e deixar fluir o mais próprio
Desejo de felicidade pura e mágica,
Mas o pensamento também contempla o lado mórbido,
O instante pensar que a vida é, também aventuras trágicas;
Que se apresentam em nossas escolhas "fatais".
É a mais pura realidade de todo humano existir.
E, que bom há roupas nos varais
E feliz daquele que consegue sentir...
Carla, este poema é maravilhoso e retrata muito o momento. Continue tão inspirada como está. Beijos. Rogério Moraes
ResponderExcluirCá, adorei! Meu varal são as caixas, parece que o tempo para e as respostas surgem com as pinceladas, assim como, com as roupas ao vento.
ResponderExcluirBeijos.
Oi querida!! Muito lindo!! Tem que vir de vc mesmo, uma filósofa!! Muito obrigada por me convidar a partilhar seu "eu" comigo!
ResponderExcluirUm grande beijo com muita saudades...
Uauuuuu, me identifiquei muito com estas palavras, muito sensivel.. por enquanto esse é meu preferido, apesar de todos serem lindos..aguardo os próximos!
ResponderExcluirBjus adoro-te!!
Acho lindo os textos que você escreve!!!!
ResponderExcluirContinue assim!!!!!
BEIJOS!!!!